Erros normais no início da carreira de copy  
2–3 minutos

Começar no copywriting – assim como em tudo na vida, afinal, o ser humano tem pavor do novo – costuma vir acompanhado de ansiedade.

Você estuda, escreve, consome referências — e ainda assim sente que está sempre errando alguma coisa. A verdade é que está mesmo. E isso não é um problema.

Alguns erros são parte natural da construção de repertório.O risco está em não perceber quando eles deixam de ser fase e viram padrão.

1. Confundir técnica com maturidade

No início, é comum achar que dominar fórmulas, gatilhos e frameworks resolve tudo.

Você aprende estruturas, aplica modelos prontos e sente que está “fazendo copy”. Mas, muitas vezes, o texto soa forçado ou genérico.

Isso acontece porque técnica sem leitura de contexto vira execução mecânica. Copywriting não é só saber o que usar, mas quando e por quê usar.

Esse erro costuma se corrigir com prática real, não com mais teoria.


2. Precificar sem entender o próprio papel

Outro erro comum é cobrar sem clareza do que, de fato, está sendo entregue.

Muitos copies cobram pouco porque se veem apenas como quem “escreve textos”. Outros cobram demais tentando compensar a insegurança com preço.

Nos dois casos, falta alinhamento entre papel, escopo e expectativa. Quando você não sabe se está vendendo execução, estratégia ou apoio pontual, a precificação vira chute.

Entender seu papel no projeto é o que dá segurança — para você e para o cliente.


3. Esperar validação rápida demais

No começo, é comum medir evolução apenas por retorno externo.

Se o cliente elogiou, foi bom.
Se não respondeu, foi ruim.
Se não vendeu rápido, falhou.

Esse tipo de leitura gera frustração porque copywriting raramente mostra resultado imediato em todos os contextos. Aprender a avaliar processo, clareza e consistência é parte da maturidade profissional.

Nem todo texto precisa “performar” para ensinar algo.


No fim, errar faz parte — insistir no erro é escolha

Errar no início da carreira de copy é esperado. Repetir os mesmos erros por falta de reflexão é o que atrasa o crescimento.

Quanto mais cedo você entende que copywriting é construção — não atalho — mais rápido deixa de se comparar e começa a evoluir com critério.

Todo copy bom hoje já foi iniciante. A diferença é que nem todo iniciante aceita passar pela fase com consciência.

Eu mesma já cometi diversos erros no início da minha carreira – alguns eu transformei em aprendizado e outros são vergonhas do meu passado que só a terapia vai resolver.

Já me aconteceu também de ler um copy de 1 ano atrás e pensar “Meu Deus, eu fiz esse copy? Credo.” e, na época, ter pensado que ela era uma ótima copy.

E tudo bem, pois isso demonstra minha evolução. Difícil seria se todos os copies que eu fizesse eu achasse que fossem as melhores do mundo depois de anos.

Se até David Ogilvy teve apenas alguns de seus trabalhos reconhecidos mundialmente e historicamente como perfeitos, quem sou eu, não é?


Eu sou a Karine!

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